domingo, 23 de maio de 2010

"The boarders of my language are the boarders of my world".

Eis o que sinto quando viajo para fora.

Eis, todavia, o que sinto também quando me levam para conversas cujas temáticas não me sinto à vontade.

É uma angústia comum mas por razões antitéticas. No primeiro caso, muito fica por dizer apesar de uma intenção manifesta de ser um contributo para o mundo que me leva lá fora. No segundo caso, interiorizo o que ouço e agendo por prioridades aquilo que gostava de acrescentar ao meu mundo.

Sobra o silêncio autofágico e não partilhável

* Tributo a Ludwig Wittgentstein, filósofo do século XX, autor desta frase e investigador na área dos limites da linguagem.




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