Em tempos de crise financeira a bold apela-se demagogicamente a esforços patrióticos para equilibrar as contas públicas. Há quem fale até em esforços suprapatrióticos. Mas também a nível internacional se constata que em tempos de derrapagem nenhum país é capaz de esticar a mão para agarrar o outro. Pelo contrário, todos querem ter um patamar inferior de comparação para se poderem espezinhar e vangloriar em simultâneo.
A nível individual, somos nanos de egoísmo a pensar que podemos viver sem um sentido verdadeiramente comunitário e grupal. Refugiamo-nos no bem estar do nosso umbigo e esquecemo-nos do cordão umbilical que nos prende a todo e qualquer ser humano.
Somos países em tempos de crise e quem nos ouve falar parecemos políticos.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Religare - cura do agnosticismo
Perder a fé pelo Fascínio é navegar num rio em pleno oceano...remar irracionalmente à procura de um sentido para um percurso pessoal que se pretende dar à vida. Se nada nos atrai ou impele, não podemos satisfazer o nosso sentido espiritual e cognitivo exigente. O vínculo para a vida é a religião, diminuta antítese do mero agnosticismo.
Há muito para além daquilo que pensamos não acreditar!
Há muito para além daquilo que pensamos não acreditar!
domingo, 23 de maio de 2010
"The boarders of my language are the boarders of my world".
Eis o que sinto quando viajo para fora.
Eis, todavia, o que sinto também quando me levam para conversas cujas temáticas não me sinto à vontade.
É uma angústia comum mas por razões antitéticas. No primeiro caso, muito fica por dizer apesar de uma intenção manifesta de ser um contributo para o mundo que me leva lá fora. No segundo caso, interiorizo o que ouço e agendo por prioridades aquilo que gostava de acrescentar ao meu mundo.
Sobra o silêncio autofágico e não partilhável
* Tributo a Ludwig Wittgentstein, filósofo do século XX, autor desta frase e investigador na área dos limites da linguagem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)